EMPRESAS DA BOLSA

Oi (OIBR3)(OIBR4): Em meio às tentativas de recuperação das operações da Oi, duas alternativas vêm sendo discutidas, segundo o jornal O Globo. Uma é a venda total para um novo investidor ou o fatiamento em operações regionais. Segundo a publicação, entre os interessados estariam Vivo, Claro, TIM, além da americana AT&T e empresas chinesas de telecomunicação.


Cemig (CMIG4): A aprovação pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais da privatização da Cemig pode levar no “máximo” seis meses, afirmou o presidente da companhia, Cledorvino Belini, durante participação em evento na bolsa de Nova York. Segundo a Reuters, ele acrescentou que o Estado necessita de meio ano para convencer os deputados sobre a venda do controle.


Petrobras (PETR3)(PETR4): De acordo com o jornal Valor Econômico, a Petrobras pretende trabalhar com metas “mais desafiadoras” de redução de custos em 2020, de acordo com a diretora Andreia de Almeida. A executiva afirmou que a empresa se prepara para o aumento da concorrência no mercado de refino e que busca retomar o selo de grau de investimento das agências de classificação de risco.


BR Distribuidora (BRDT3): A BR Distribuidora fará a eleição de novos nomes para o conselho de administração no dia 18 de setembro. Segundo a empresa, os candidatos indicados pelos acionistas com mais de 1% de participação têm perfis complementares e aderentes aos desafios que se apresentam nesta nova etapa.


JBS (JBSS3): A JBS informou que a Pilgrim´s Pride Corporation, sua controlada, fechou a compra da Tulip Company, líder na produção de carne suína e alimentos preparados com operações no Reino Unido, em uma transação avaliando a Tulip em £290 milhões (ou aproximadamente US$354 milhões).


Lojas Marisa (AMAR3): A Marisa aprovou a emissão de R$ 175 milhões em notas promissórias. O primeiro vencimento será em 23 de janeiro e da última em 25 de julho.


Banese (BGIP3): O Banco do Estado de Sergipe (Banese) informa que recebeu do seu controlador, o governo do Estado, manifestando “interesse na realização de oferta pública envolvendo parte das ações de sua propriedade”, podendo “abranger 45% das ações ordinárias e 40% das preferenciais”.


Banco BMG: O Banco BMG informou que tem avaliado alternativas de captação de recursos no mercado de capitais, incluindo uma oferta pública inicial de ações preferenciais de sua emissão, “estando avaliando, para tanto, engajar determinadas instituições financeiras locais e internacionais para atuarem como coordenadores da potencial oferta”.

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